quinta-feira, 25 de março de 2021

OS SERES VIVOS E O MEIO AMBIENTE - (Aula 5) - 6° ANO - 1° Bimestre

 OS SERES VIVOS E O MEIO AMBIENTE


Dentre os seres vivos, cada espécie possui características diferentes. No caso dos humanos, algumas das principais características são:

 

v  Possuir cérebro volumoso e altamente desenvolvido;

v  Habilidade manual afinada;

v  Dominar linguagem falada ( bastante elaborada);

v  Viver em uma organização social complexa

 

Nenhuma dessas características é exclusiva do ser humano, mas elas são mais desenvolvidas em nossa espécie do que em outras.

O fato de o nosso cérebro ser altamente sofisticado, nos confere uma inteligência avançada e nos permite:


                  

         Aprender, refletir sobre problemas, imaginar situações, desenvolver    tecnologias, expressar emoções, etc.

 

Devido à inteligência e grande capacidade de compreender do ser humano, ele também mudar o ambiente em que vive.

Mudar o ambiente é uma característica que merece uma atenção especial. Diversas atividades humanas causam impactos negativos na natureza.

Exemplo:

v  Desmatamento;

v  Extração irresponsável de recursos naturais;

v  Descarte inadequado de resíduos.

 


Meio ambiente é uma expressão que se refere à relação entre os seres vivos e os não vivos. Cuidar do meio ambiente é importante porque tudo o que existe nele está relacionado.


Pense rápido: qual ou quais destas imagens retrata(m) o meio ambiente?



Se a sua resposta foi “todas elas”, você está de parabéns!

Embora muitas pessoas costumem associar meio ambiente a paisagens naturais, esta expressão é mais abrangente, pois Meio ambiente é o conjunto de condições e influências naturais que cercam um ser vivo e que agem sobre ele.

 Cuidar do meio ambiente significa cuidar de nós mesmos, dos nossos familiares e amigos; dos nossos animais de estimação e dos demais seres vivos, de nossa casa, da escola, da água, do solo, do nosso ar, enfim...!

Cuidar do meio ambiente é importante pois se algum de seus itens é prejudicado, dificilmente outros não o serão. Nossa espécie, como é a que possui maior capacidade de modificar o meio ambiente, é a grande responsável por alguns problemas que têm ocorrido, e é uma das que mais sofrem as consequências disso, principalmente as pessoas mais pobres.

 

Curiosidade:

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu, em 1972, o dia 5 de junho como sendo o Dia do Meio Ambiente. Essa mesma agência constatou que aproximadamente cinco mil crianças, por ano, morrem em razão dos problemas ambientais, como falta de água tratada e poluição do ar.


Cuidar do meio ambiente é, em resumo, cuidar do nosso planeta.


ATIVIDADE

Copie perguntas e respostas no caderno (enviar pelo whatsapp)

Não esqueça do cabeçalho

1. 1. Observe a figura abaixo e em seguida faça uma redação de pelo menos 15 linhas relacionando o consumismo e as modificações maléficas que o homem tem feito no meio ambiente. (Você também pode pesquisar mais conteúdos na internet).





 



quarta-feira, 17 de março de 2021

O SISTEMA DIGESTÓRIO (8° ano) - Aula 5 - 1° Bimestre

Lembram que na Aula 1 vimos que um conjunto de órgãos integrados entre si, atuando de maneira coordenada para o desempenho de determinadas funções corporais, constitui um sistema?

Agora vamos conhecer o funcionamento dos sistemas do nosso organismo e vamos começar pelo sistema digestório, ok? 


Também conhecido como Sistema Digestivo ou Aparelho Digestivo. Sua função está relacionada ao processo de transformação do alimento e absorção dos nutrientes.

Tudo isso acontece por meio de processos mecânicos e químicos.


Veja no quadro abaixo os órgãos que compõem cada parte do Sistema Digestório.

Partes

Descrição

Tubo digestório alto

Boca, faringe e esôfago.

Tubo digestório médio

Estômago e intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo).

Tubo digestório baixo

Intestino grosso (ceco, cólon ascendente, transverso, descendente, a curva sigmoide e o reto).

Órgãos anexos

Glândulas salivares, dentes, língua, pâncreas, fígado e vesícula biliar.

 

Tubo Digestório Alto

 


O tubo digestório alto é formado pela boca, faringe e esôfago.

 

Boca



A boca é a porta de entrada dos alimentos no tubo digestivo,. Nela os alimentos são umidificados pela saliva, produzida pelas glândulas salivares.

Na boca ocorre a mastigação, - digestão mecânica. Ela acontece com os dentes e a língua. Em um segundo momento entra em ação a atividade enzimática.

 

Faringe



Para chegar ao esôfago, o alimento, depois de mastigado, percorre toda a faringe, que é um canal comum para o sistema digestório e o sistema respiratório.No processo de deglutição, o palato mole é retraído para cima e a língua empurra o alimento para dentro da faringe, que se contrai voluntariamente e leva o alimento para o esôfago.A penetração do alimento nas vias respiratórias é impedida pela ação da epiglote, que fecha o orifício de comunicação com a laringe.

Esôfago


esôfago é um conduto musculoso, controlado pelo sistema nervoso autônomo.

É por meio de ondas de contrações, conhecidas como peristaltismo ou movimentos peristálticos, o conduto musculoso vai espremendo os alimentos e levando-os em direção ao estômago.

 

Tubo Digestório Médio

 

O tubo digestório médio é formado pelo estômago e intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo).

 

Estômago

 


estômago é uma grande bolsa que se localiza no abdômen, sendo responsável pela digestão das proteínas.

Ele possui uma pequena curvatura superior e uma grande curvatura inferior. A parte mais dilatada recebe o nome de "região fúndica", enquanto a parte final, uma região estreita, recebe o nome de "piloro".

O simples movimento de mastigação dos alimentos já ativa a produção do ácido clorídrico no estômago. Contudo, é somente com a presença do alimento, de natureza proteica, que se inicia a produção do suco gástrico.

A mucosa gástrica é recoberta por uma camada de muco que a protege de agressões do suco gástrico, uma vez que ele é bastante corrosivo. Por isso, quando ocorre um desequilíbrio na proteção, o resultado é uma inflamação da mucosa (gastrite) ou o surgimento de feridas (úlcera gástrica).

digestão gástrica dura em média, de duas a quatro horas. Nesse processo, o estômago sofre contrações que forçam o alimento contra o piloro, que se abre e fecha, permitindo que, em pequenas porções, o quimo (massa branca e espumosa), chegue ao intestino delgado.


Intestino delgado

intestino delgado é revestido por uma mucosa enrugada que apresenta inúmeras projeções. É onde ocorre a absorção de nutrientes. O intestino delgado está dividido em três porções: o duodeno, o jejuno e o íleo.



duodeno é a primeira porção do intestino delgado a receber o quimo que vem do estômago, que ainda está muito ácido, sendo irritante à mucosa duodenal.

Logo em seguida, o quimo é banhado pela bile. A bile é secretada pelo fígado e armazenada na vesícula biliar, contendo bicarbonato de sódio e sais biliares, que emulsificam os lipídios, fragmentando suas gotas em milhares de micro gotículas.

Além disso, o quimo recebe também o suco pancreático, produzido no pâncreas. Ele contém enzimas, água e grande quantidade de bicarbonato de sódio, pois dessa forma favorece a neutralização do quimo.

Assim, em pouco tempo, a “papa” alimentar do duodeno vai se tornando alcalina e gerando condições necessárias para ocorrer a digestão intra-intestinal. Quimo agora é chamado de quilo.



Já o jejuno e o íleo são considerados a parte do intestino delgado onde o trânsito do bolo alimentar é rápido, ficando a maior parte do tempo vazio, durante o processo digestivo.

Por fim, ao longo do intestino delgado, depois que todos os nutrientes foram absorvidos, sobra uma pasta grossa formada por detritos não assimilados e com bactérias. Esta pasta, já fermentada, segue para o intestino grosso.



Tubo Digestório Baixo

 

O tubo digestório baixo é formado pelo intestino grosso, que possui os seguintes componentes: ceco, cólon ascendente, transverso, descendente, a curva sigmoide e o reto.

 

Intestino grosso

 

 


intestino grosso é local de absorção de água (tanto a ingerida quanto a das secreções digestivas), de armazenamento e de eliminação dos resíduos digestivos.

Ele está dividido em três partes: o ceco, o cólon e reto.

No ceco, a primeira porção do intestino grosso, os resíduos alimentares, já constituindo o “bolo fecal”, nesta porção, o bolo fecal permanece estagnado por muitas horas, preenchendo as porções da curva sigmoide e do reto.

O reto é a parte final do intestino grosso, que termina com o canal anal e o ânus, por onde são eliminadas as fezes.

Para facilitar a passagem do bolo fecal, as glândulas da mucosa do intestino grosso secretam muco a fim de lubrificar o bolo fecal, facilitando seu trânsito e sua eliminação.

Note que as fibras vegetais não são digeridas nem absorvidas pelo sistema digestivo, passam por todo tubo digestivo e formam uma porcentagem significativa da massa fecal. Sendo, portanto, importante incluir as fibras na alimentação para auxiliar a formação das fezes.

 

ATIVIDADE

Copie perguntas e respostas no caderno (enviar pelo whatsapp)

Não esqueça do cabeçalho

1. Os alimentos e os restos não digeridos atravessam todos os órgãos envolvidos na digestão? Justifique sua resposta.

2. Explique como acontece a digestão de um bife de carne bovina dentro do corpo humano, desde o momento em que é colocado na boca até a absorção de seus nutrientes.

3. Quando engasgamos com um alimento, experimentamos a sensação de falta de ar e tossimos. Explique por que isso acontece. 

 



sexta-feira, 12 de março de 2021

O MATERIAL GENÉTICO (9° ano) Aula 3 - 1° Bimestre

 O MATERIAL GENÉTICO


O DNA e os genes

O DNA (ácido desoxirribonucleico) é a molécula que contém as informações genéticas hereditárias, ou seja, aquelas que são passadas de geração em geração e que estão relacionadas à manifestação das características. É o DNA que contém as informações para a produção das proteínas do organismo. As proteínas são as moléculas que determinam a estrutura das células e controlam as suas atividades.

A molécula de DNA é constituída de diversas subunidades, os nucleotídios.

Cada nucleotídio de DNA é formado por um açúcar (desoxirribose), por um grupo fosfato e por bases nitrogenadas, que podem ser: adenina (A), guanina (G), citosina (C) ou timina (T). Esses componentes são arranjados em duas cadeias, que se apresentam em um formato helicoidal (dupla-hélice), semelhante a uma escada em caracol. 
As duas cadeias são mantidas unidas por ligações químicas entre as bases nitrogenadas, nas quais a base adenina forma par com a base timina, enquanto a base citosina forma par com a base guanina. Toda informação genética do organismo encontra-se codificada na sequência dessas quatro bases.


Cada molécula de DNA contém milhares de regiões que servem de molde para a codificação de uma molécula de RNA que, em sua maioria, orientará a produção de uma proteína. Essas regiões codificantes são chamadas de genes.

O RNA (ácido ribonucleico) é uma molécula de cadeia única, também formada por nucleotídios. Cada nucleotídio de RNA é constituído de um açúcar (ribose), um grupo fosfato e uma base nitrogenada, que pode ser adenina (A), guanina (G), citosina (C) ou uracila (U).

Os genes e a diferenciação celular

Todas as células de um organismo pluricelular se originam de uma única célula: o zigoto. Por isso, as informações genéticas são as mesmas em todas as células do corpo. No entanto, em muitos organismos existem diferentes tipos de célula. Então, como células com o mesmo material genético são diferentes entre si?

Vamos tomar como exemplo o ser humano. Com o desenvolvimento, acontecem divisões celulares, formando novas células e promovendo osa. crescimento do embrião e a formação de diferentes órgãos e tecidos. Esse processo é chamado especialização ou diferenciação celular. Apesar de todas as células desse organismo terem o mesmo material genético, em cada tipo celular apenas uma parte dos genes está ativa, o que define sua especialização. Por esse motivo, uma célula do pâncreas produz o hormônio insulina, e não o pigmento melanina, por exemplo, que é produzido nas células da epiderme e confere a cor da pele.


EM RESUMO...


ATIVIDADE
Copie perguntas e respostas no caderno (levar na próxima aula presencial)

1. Aponte as principais diferenças entre as moléculas de DNA e RNA.

2. Explique geneticamente o que possibilita que uma célula muscular tenha função diferente de uma célula nervosa







ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL (8°ano) - Aula 4 - 1° Bimestre

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL 


A energia dos alimentos

A energia presente nos nutrientes obtidos pela alimentação é liberada no interior das células após diversas transformações químicas. Essa energia é utilizada nos processos celulares que mantêm o funcionamento do organismo.

A quantidade de energia contida em um nutriente geralmente é expressa em quilocaloria por grama (kcal/g), sendo 1 kcal = 1.000 cal.

Os nutrientes fornecem quantidades diferentes de energia. Portanto, a energia dos alimentos depende do tipo e da quantidade de nutrientes que eles contêm.

Necessidades energéticas

A quantidade de energia utilizada diariamente pelo organismo depende da idade, do sexo, da massa corpórea, da frequência e do tipo de atividade física realizada, entre outros fatores. Em geral, mulheres adultas gastam entre 1.800 kcal e 2.000 kcal, e os homens adultos, entre 2.400 kcal e 2.600 kcal diárias.

A energia dos nutrientes é utilizada para distintas atividades do organismo. Grande parte dela, cerca de 75%, é consumida para atender às necessidades básicas do corpo, denominadas metabolismo basal, como a manutenção da respiração, dos batimentos cardíacos e da temperatura corpórea. Outra parte da energia é utilizada no crescimento e na reposição de células e na atividade muscular, responsável pela movimentação do corpo. São necessárias diferentes quantidades de energia para a realização de atividades distintas. 

Alimentação e saúde

A alimentação está intimamente relacionada à nutrição, ou seja, é por meio da ingestão de alimentos que o organismo obtém os nutrientes para funcionar adequadamente.

Apesar de estarem relacionadas, alimentação e nutrição não são sinônimos. A alimentação também está envolvida no ato de celebrar e confraternizar e no prazer de comer. Assim, as dimensões sociais e Culturais também devem ser levadas em conta ao refletir sobre o que é a alimentação saudável. 

Dessa forma, uma alimentação saudável considera, além da escolha adequada de alimentos, outras práticas, como o local e o horário das refeições e a higiene do corpo, dos alimentos e do ambiente. 


DICAS PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL


1. Faça as refeições com calma

Seu organismo precisa deste tempo para processar os alimentos. Grande parte das enzimas digestivas (50%) são secretadas por estímulos sensoriais (visão, olfato, tato, paladar).

2. Mastigue bem os alimentos

A digestão se inicia na boca com a trituração dos alimentos e ação da salivação. A mastigação deve tornar o alimento pastoso, facilitando o processo digestivo. Quando há ansiedade, o controle da ingestão de alimentos é prejudicado e, muitas vezes, comemos mais. Quando mastigamos bem, automaticamente estamos trabalhando com a ansiedade e promovendo a saciedade fisiológica (verdadeira). Então, não coma em menos de 20 minutos cada refeição.

3. Líquidos x Refeição

Não ingira líquidos junto com as refeições. O líquido faz com que você não mastigue bem os alimentos e atrapalha o processo digestivo. Procure utilizar líquidos 30 minutos antes ou 60 minutos após as refeições principais. 

4. Horários  e local adequado para as refeições

Tenha horário para suas refeições. Ele faz com que nosso organismo mantenha um ritmo, com estabilidade nutricional e hormonal. É importante comer em local apropriado, limpo e sem a presença de celulares ou televisão ligada.

5. Alimente-se a cada 3 horas

Nosso cérebro precisa de aporte constante de glicose (carboidrato). A inconstância em receber esse nutriente, traz redução da nossa disposição, além de proporcionar perda de massa muscular. Além disso, comendo de 3 em 3 horas, a fome e a voracidade se mantêm sob controle, evitando episódios de compulsão alimentar.

6. Alimentos integrais

Consuma alimentos integrais. Eles contém vários nutrientes que estão na película do grão. São excelentes para manter os níveis de glicemia (açúcar no sangue), têm fibras que servirão de alimento para as bactérias benéficas do intestino, ajudam no controle do colesterol e na saciedade.

7. Consuma frutas e hortaliças

Ingira verduras, legumes e frutas. Eles são ótimas fontes de fibras, vitaminas e minerais. 


8. Evite alimentos refinados

Os alimentos considerados brancos (pão, açúcar, trigo, arroz), além de não conter mais a sua película - onde estava a maioria dos nutrientes - também passam por um processo químico chamado de branqueamento. Neste processo, diversas substâncias químicas são adicionadas, com potencial efeito negativo para nosso organismo. Os alimentos refinados não alimentam nossas bactérias "boas". Assim, poderá favorecer o crescimento das bactérias patogênicas (ruins) e desequilibrar nossa flora intestinal.

9. Ingira líquido

A ingestão de líquidos durante o dia faz com que nosso corpo se mantenha bem hidratado e ajude o organismo a transportar os nutrientes que precisamos. O melhor método que temos para verificar nossa hidratação é a cor da urina, a qual deve estar amarela bem clara.

10. Evite os industrializados

Evite alimentos industrializados, processados e embutidos. Estes produtos contêm inúmeras substâncias químicas que não são reconhecidas pelo nosso organismo. O consumo desses alimentos em quantidade excessiva demanda trabalho do fígado para neutralizar corantes, conservantes, etc, e depois eliminá-los, muitas vezes com auxílio dos rins. Alguns produtos com potencial efeito cancerígeno podem ser recebidos pela ingestão desses produtos ou serem produzidos no processo de desintoxicação. Pode haver comprometimento do sistema imunológico e processos alérgicos devido à ingestão de produtos estranhos ao nosso organismo.


ATIVIDADE

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Não esqueça do cabeçalho

1. Durante um dia da semana, registre sua alimentação. Nesse registro, considere outras informações além da lista de alimentos consumidos em cada refeição. Anote os horários e os locais das refeições, as condições do local escolhido, a quantidade de água ingerida, entre outros aspectos. Organize os dados coletados e, em seguida, responda:

a) Durante o período observado, sua alimentação pode ser considerada saudável? Justifique. b) Quais alterações poderiam ser feitas para adequar sua alimentação às recomendações para uma alimentação saudável?




quinta-feira, 11 de março de 2021

CARBOIDRATOS, LIPÍDIOS E PROTEÍNAS (8° ano) - Aula 3 - 1° Bimestre

 CARBOIDRATOS, LIPÍDIOS E PROTEÍNAS 


Os carboidratos


Os carboidratos, ou glicídios, são a principal fonte de energia do organismo e estão presentes em vários alimentos, como nas frutas, no leite, nas raízes, nos cereais, nas farinhas e no mel. De acordo com a sua estrutura química, eles podem ser classificados como simples ou complexos. Os carboidratos simples, como a glicose, e alguns carboidratos complexos, como a sacarose, em geral, são adocicados e, por isso, são conhecidos como açúcares. 

A glicose é o principal nutriente que fornece a energia necessária para o funcionamento do organismo. Durante a digestão, muitos carboidratos complexos dão origem à glicose. A sacarose, conhecida como açúcar comum, no Brasil, é obtida da cana-de-açúcar. A celulose e o amido são exemplos de carboidratos complexos que não têm sabor adocicado. 

O amido é utilizado como material de reserva energética pelas plantas por ser constituído da união de várias unidades de glicose. Encontra-se, por exemplo, na batata, no milho, no arroz, na mandioca e nos alimentos elaborados com grãos de trigo, como pães e massas.

Já a celulose é encontrada em todas as plantas, pois constitui a parede celular das células vegetais e compõe as fibras alimentares. As fibras não são digeridas pelo organismo humano, porém, com a ingestão adequada de água, auxiliam no funcionamento do intestino.

Embora sejam muito importantes para o corpo humano, os carboidratos não devem ser consumidos em excesso, pois a energia proveniente desses alimentos, quando não utilizada pelo organismo, é acumulada na forma de lipídios, podendo levar o indivíduo a engordar.

Os lipídios



Os lipídios, popularmente conhecidos como óleos e gorduras, são compostos pouco solúveis em água, que podem ser de origem animal ou vegetal.

No corpo humano, os lipídios também atuam como fonte de energia, geralmente sendo mobilizados na falta de carboidratos. Além da função de reserva de energia, esses nutrientes participam da composição da membrana das células, estão relacionados à produção de algumas vitaminas e hormônios e auxiliam na manutenção da temperatura do corpo, pois formam uma camada isolante sob a pele, evitando a perda de calor.

A gordura, o colesterol e a cera produzida pelas abelhas são alguns exemplos de lipídios de origem animal. A gordura e o colesterol são encontrados na gema do ovo, nas carnes, no leite e em seus derivados. Em quantidade adequada, o colesterol e importante para a formação de alguns hormônios e a produção de vitamina D.

O consumo excessivo de lipídios de origem animal está associado a muitos problemas de saúde. O acúmulo de gordura pode entupir as artérias e causar doenças cardiovasculares. O colesterol, quando em níveis elevados no sangue, favorece esse acumulo.

Os lipídios de origem vegetal são encontrados nos óleos vegetais, como o azeite de oliva e o óleo de girassol, no abacate, no amendoim, nas castanhas e nas nozes, entre outros.

As proteínas


As proteínas são compostos grandes formados por unidades mais simples, denominadas aminoácidos. São a matéria-prima básica da estrutura e do funcionamento das células. Entram na composição dos músculos, do cabelo, da pele, das unhas e de muitos outros tecidos e órgãos.

Além da função estrutural, as proteínas atuam como enzimas, substâncias que facilitam as reações químicas no organismo, como as reações da digestão; atuam na coagulação sanguínea; formam os anticorpos que defendem o organismo de infecções; entre outras funções.

As proteínas também atuam como fonte de energia quando as reservas de carboidratos e de lipídios se esgotam. Os alimentos de origem animal, como a clara de ovo, as carnes, o leite e seus derivados e alguns alimentos de origem vegetal, como o feijão, a lentilha, a soja, a ervilha e o grão-de-bico, são importantes fontes de proteínas.


ATIVIDADE
Copie perguntas e respostas no caderno (enviar pelo whatsapp)

Não esqueça do cabeçalho

1. A obesidade e algumas doenças cardiovasculares estão relacionadas ao consumo excessivo de alimentos ricos em lipídios. A eliminação total de lipídios da dieta de uma pessoa seria uma atitude saudável? Justifique.

2. Considere um prato com arro\, feijão, farofa, alface e carne. Quais são as fontes de carboidratos e proteínas dessa refeição?

O PLANETA EM TRANSFORMAÇÃO (7° ANO) - Aula 3 - 1° Bimestre

 A LITOSFERA


As transformações pelas quais o planeta passou desde sua formação foram determinantes para o surgimento da vida na Terra. Nos primórdios, esse processo era intenso; o planeta continua se transformando, embora mais lentamente.

Algumas dessas transformações ocorrem na litosfera, camada de rocha sólida que recobre a superfície terrestre, formada pela crosta e por parte do manto superior. 



A litosfera é composta de placas apoiadas sobre uma camada de rochas cujo estado físico varia entre o sólido e o líquido, apre sentando viscosidade e possibilitando deslocamentos da litosfera. Essas placas se "encaixam" umas nas outras, como as peças de um quebra-cabeça, e recebem o nome de placas litosféricas ou placas tectônicas.

As placas litosféricas movem-se constantemente, modificando continuamente a superfície do planeta. Esse processo está relacionado a fenômenos como a formação de montanhas, o surgimento de ilhas, o alagamento de áreas, entre outros fenômenos naturais.

Há três tipos de movimento relacionados às placas litosféricas:

• colisão: as placas podem se chocar, provocando enruga mento e formando grandes cadeias de montanhas nos continentes (por exemplo, Andes, Alpes e Himalaia);

• afastamento: as placas podem se afastar umas das outras, abrindo espaços. Desse modo, o material do interior da Terra torna-se líquido (magma) e ocupa o espaço aberto, que ao se resfriar pode dar origem a novas rochas;

• deslizamento lateral: parte do contorno das placas sofre apenas deslizamento lateral, sem colisão nem afastamento.

Os terremotos: APlacas Tectônicas flutuam sobre um líquido muito quente e pastoso, chamado de magma. Em razão dessas flutuações, essas placas estão em constantes movimentos e, eventualmente, encontram-se, provocando os terremotos. O local onde eles surgem (no subsolo) é chamado de hipocentro, e o lugar na superfície terrestre onde eles primeiro se manifestam é chamado de epicentro.

Quando os terremotos ocorrem em regiões localizadas no oceano, podem provocar os Tsunamis, que são ondas gigantes que invadem o litoral de alguns países e provocam caos e destruição.


Quando os terremotos ocorrem em regiões localizadas no oceano, podem provocar os Tsunamis, que são ondas gigantes que invadem o litoral de alguns países e provocam caos e destruição

Vulcanismo: Se refere ao conjunto de processos relacionados ao derrame na superfície terrestre de lava – magma que chega à superfície, gases e outros produtos provenientes do interior da Terra. Quando a lava e outros materiais extravasam dos vulcões, ocorre uma erupção vulcânica.

 


DERIVA CONTINENTAL

 Como vimos anteriormente, as placas tectônicas estão em constante movimento, colidindo, deslizando ou afastando-se uma das outras. Agora iremos estudar a teoria que explica como os continentes nem sempre tiveram o formato que conhecemos hoje.

Deriva Continental é uma teoria que afirma que, um dia, todos os atuais continentes formavam apenas uma única massa de terra firme, chamada de Pangeia. Esse supercontinente, graças ao movimento das Placas Tectônicas, fragmentou-se várias vezes até proporcionar a atual forma das massas terrestres.

As primeiras suspeitas de que os continentes estariam se separando em alguns lugares e se aproximando em outros datam do século XVI, quando Abraham Ortelius, em 1596, observou que a América do Sul, por exemplo, encaixava-se perfeitamente na África. Assim, ele sugeria que as Américas teriam se separado da África e da Europa.

No entanto, apenas em 1912 que o primeiro geólogo elaborou uma teoria formal de que os continentes, em algum momento na história geológica, teriam sido apenas um. Ele observou que alguns fósseis, tipos de solo e vegetações eram iguais ou parecidos em diferentes regiões da Terra separadas por oceanos.

Até 200 milhões de anos atrás, o mundo conhecia apenas a Pangeia. Porém, há 130 milhões de anos, ele fragmentou-se em dois: a Laurásia e a Gondwana. Depois disso, as fragmentações continuaram acontecendo, dividindo os continentes e juntando a Índia com a Ásia.

 



ATIVIDADE

Copie perguntas e respostas no caderno (enviar pelo whatsapp)

Não esqueça do cabeçalho


     1.    O que é crosta litosfera ou crosta terrestre?

     2.    O que são placas tectônicas? 

     3.    Quais os movimentos realizados pelas placas tectônicas? 

4.    Por que ocorrem os terremotos?