quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Bioma Caatinga

CAATINGAA Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro e compreende cerca de 11% do território nacional e 70% da Região Nordeste. Apresenta uma grande biodiversidade.
A Caatinga concentra-se na Região Nordeste do país, cujo clima é semiárido. Sua vegetação apresenta características adaptadas à escassez de chuva.
A Caatinga concentra-se na Região Nordeste do país, cujo clima é semiárido. 
Sua vegetação apresenta características adaptadas à escassez de chuva.

A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro, ocupando, aproximadamente, uma área de 734.478 km2, que corresponde a cerca de 70% da Região Nordeste e 11% do território nacional. O nome “Caatinga” possui origem tupi-guarani e significa “floresta branca”. Essa denominação representa as características da vegetação desse ecossistema, cujas folhas caem no período da seca.

Características da Caatinga

A Caatinga apresenta diversas particularidades, principalmente em relação à adaptação climática das plantas e animais. Esse bioma é afetado por secas extremas e períodos de estiagem, característicos do clima semiárido. Por essa razão, a vegetação precisou desenvolver mecanismos de sobrevivência em razão da pouca disponibilidade de água. A fauna é bastante diversificada e também é marcada pelas adaptações ao clima, como as recorrentes migrações nos períodos de estiagem.

→ Localização

A Caatinga localiza-se na Região Nordeste do Brasil e compreende os estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão, Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Bahia. Também ocorre em algumas faixas da Região Sudeste que ficam ao norte do estado de Minas Gerais.

Localização da Caatinga no Brasil
A Caatinga localiza-se principalmente na região Nordeste, abrangendo nove estados.

→ Clima

O clima que compreende a região da Caatinga é o tropical semiárido. Esse clima é marcado por longos períodos de estiagem, isto é, sem chuvas. O índice pluviométrico é abaixo dos 800 mm/ano. As temperaturas são geralmente elevadas, com uma média de 27 ºC, podendo alcançar números maiores, superiores a 32 ºC. Durante o período de chuva, os índices pluviométricos podem atingir os 1000 mm/ano. Já nos períodos mais secos, há uma baixa, chegando a 200 mm/ano.

→ Vegetação

Vegetação Caatinga
Algumas espécies da vegetação da Caatinga perdem suas folhas no período de seca.

A vegetação da Caatinga apresenta características de adaptação ao longo período de seca e grande diversidade de espécies vegetais, muitas delas endêmicas (desenvolvem-se apenas nessa região). A vegetação da Caatinga apresenta três estratos:

  1. arbóreo: com espécies que variam entre 8 e 12 metros de altura;

  2. arbustivo: com espécies que variam entre 2 e 5 metros de altura;

  3. herbáceo: com espécies com altura abaixo de 2 metros.

As principais características da vegetação são árvores baixas, troncos tortuosos e que apresentam espinhos e folhas que caem no período da seca (com exceção de algumas espécies, como o juazeiro). O cair das folhas é um mecanismo para evitar a perda excessiva de água e também diminuir a ocorrência de processos fotossintéticos para que as plantas entrem em estágio de economia de energia. Outra característica marcante é que as raízes das plantas cobrem o solo para que seja possível armazenar água durante o período de chuva.

Algumas espécies de cactáceas, como o mandacaru, apresentam uma característica peculiar: suas folhas são modificadas em espinhos para evitar que a planta perca água pelo processo de transpiração. Os espinhos são também um mecanismo de defesa dessas plantas a fim de evitar que animais alimentem-se delas.

Vale dizer também que os cactos, que compõem a formação vegetal desse bioma, apresentam grande capacidade de armazenamento de água. Há também plantas que apresentam em suas folhas uma espécie de cera para evitar também a perda de água.

Outra característica marcante das espécies vegetais encontradas na Caatinga é a capacidade de algumas plantas de realizar fotossíntese e produzir nutrientes mesmo que não apresentam folhas. Isso se deve ao fato de que essas espécies possuem caule verde com células constituídas por clorofila, que é o pigmento responsável por captar a luz e garantir que organismos consigam produzir seu alimento por meio da fotossíntese.


→ Flora

Mandacaru
O mandacaru é uma espécie de cacto da flora da Caatinga

A flora da Caatinga é bastante diversificada. O período de floração varia conforme a região, o regime de chuvas e a qualidade dos solos. Segundo a Embrapa, a Caatinga apresenta cerca de 1.981 espécies de plantas. Destacam-se os cactos, como o mandacaru e xique-xique; as bromélias, como a macambira; e as leguminosas, como a catingueira.


→ Características de algumas espécies da flora da caatinga

 

Cumaru: espécie de planta adaptada à maior parte dos solos, especialmente aos solos arenosos e profundos. Apresenta caules que soltam lascas finas, deixando à mostra a camada mais nova, que possui coloração verde. Essa espécie corre risco de ser extinta por causa da grande exploração.

Ipê-roxo: espécie de planta cujo nome representa a coloração das suas flores. Durante a sua floração, a planta perde as folhas, ficando em destaque as flores, que formam densos buquês. Por causa da grande procura dessa espécie para ornamentação, dada a sua exuberância, está ameaçada de extinção.

Juazeiro: espécie de planta cujas folhas permanecem verdes no período de seca por ter raízes que captam umidade no subsolo. É uma das poucas espécies que não perdem suas folhas durante a estiagem. Pode atingir até 16 metros.

Macambira: espécie de bromélia que se desenvolve sob a exposição do sol. Apresenta folhas suculentas, que são utilizadas para alimentação de gado e também para produção de farinha e pirão. Seu talo é bastante utilizado para revestir telhados.

 

→ Fauna

Macaco-prego
O macaco-prego é um exemplo de espécie da fauna da Caatinga.

A fauna da Caatinga é bastante diversificada, mas não tão conhecida, havendo diversas espécies de animais endêmicos. Os animais que se encontram na região abrangida por esse bioma apresentam características de adaptação ao clima, assim como as plantas, como o desenvolvimento de hábitos noturnos, comportamentos migratórios e “hibernações" (capacidade de algumas espécies de lidar com condições climáticas hostis).

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a Caatinga apresenta:

  • 178 espécies de mamíferos;

  • 591 espécies de aves;

  • 117 espécies de répteis;

  • 79 espécies de anfíbios;

  • 241 espécies de peixes;

  • 221 espécies de abelhas.

→ Solo

Solo da Caatinga
O solo da Caatinga possui texturas argilosas e arenosas, dificultando a infiltração da água das chuvas.

solo da Caatinga é definido, segundo o Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos, como raso a profundo. É rico em minérios, mas pobre em matéria orgânica, em razão das características do clima, da hidrografia e da vegetação da região. As texturas são arenosas e argilosas.

O mais comum nesse bioma é o solo raso e pedregoso, o que dificulta o armazenamento de água. As colorações variam entre tons avermelhados e cinzentos. Mesmo com essas características, ainda assim esse solo é utilizado para a criação de animais. Como principais produtos agrícolas cultivados na Caatinga, podemos citar o licuri, umbu, caju e maracujá.

→ Hidrografia

Rio São Francisco
O Rio São Francisco é um dos poucos rios perenes presentes na Caatinga.

A hidrografia da região compreendida pelo bioma Caatinga apresenta rios que são, em sua maioria, intermitentes ou temporários, isto é, rios que correm apenas no período das chuvas e que secam durante a estação da seca. O rio perene (que apresenta água corrente o ano todo) mais conhecido desse bioma é o rio São Francisco. Os rios da Caatinga nascem geralmente nas encostas das serras.

São exemplos de rios da Caatinga:

  • Rio Poti

  • Rio Jaguaribe

  • Rio Parnaíba

ATIVIDADE

1. Pesquise sobre os problemas ambientais causados pelo desmatamento da Caatinga. Sua pesquisa deve conter pelo menos 15 linhas.

quarta-feira, 21 de julho de 2021

ACELERAÇÃO - 8 ANO

 ACELERAÇÃO


Os movimentos mais comuns são aqueles nos quais a velocidade varia, e, nesses casos, podemos afirmar a existência de uma aceleração que provoca a alteração da velocidade dos corpos. 

A velocidade de um corpo pode aumentar muito rapidamente, como nos carros de Fórmula 1, que passam de 190 km/h para 290 km/h em apenas 5 segundos - ou seja, a velocidade aumenta 100 km/ em 5 segundos. A velocidade também pode ser reduzida, como no caso de um motorista de caminhão que, ao avistar uma lombada, passa de 80 km/h para 10 km/h em 15 segundos. Nesse caso a velocidade diminuiu 70 km/h em 15 segundos.


CÁLCULO DA ACELERAÇÃO MÉDIA

A aceleração indica variação da velocidade por segundo. Calcula-se a aceleração média dividindo a variação da velocidade pelo intervalo de tempo em que ela ocorreu.


Quando a velocidade de um corpo aumenta, podemos afirmar que o movimento é acelerado; quando a velocidade diminui, o movimento é retardado. Se a taxa de variação da velocidade for a mesma durante todo o movimento, isto é, se a aceleração for constante, o movimento será chamado movimento uniformemente variado. Um exemplo disso é a queda de um objeto provocada pela ação da gravidade.


MOVIMENTOS SOB A AÇÃO DA GRAVIDADE

Se um objeto escapar de nossas mãos, ele cairá em direção ao solo. Isso ocorre porque a Terra atrai os objetos ao seu redor por meio do que chamamos de atração gravitacional. Ao longo da queda, até atingir o solo, a velocidade dos objetos aumenta de maneira constante. Portanto, é um movimento uniformemente variado.

A aceleração que a atração gravitacional impõe aos corpos que caem é a aceleração gravitacional ou aceleração da gravidade e é representada por g. Perto da superfície terrestre, o valor de g é de aproximadamente 10 m/s a cada segundo. Se o corpo parte do repouso (v= 0 m/s), sua velocidade após 1 segundo de queda será 10 m/s; após mais 1 segundo, o corpo estará a 20 m/s; e assim por diante.


A trajetória de um corpo que cai sob a ação da atração gravitacional é vertical e, quando desconsideramos a ação da resistência do ar, o movimento é denominado queda livre.

Quando um corpo é atirado para cima, sua velocidade diminui constantemente, já que a aceleração da gravidade atrai corpos em direção ao solo. Em determinado ponto, a velocidade torna-se nula, e é nesse momento que o corpo atinge sua altura máxima; em seguida, o sentido do movimento se inverte e o corpo retorna ao solo. 

Se ele cair no mesmo ponto no qual foi lançado, o tempo de descida terá sido igual ao tempo de subida. Além disso, para um mesmo ponto da trajetória, a velocidade terá o mesmo valor numérico tanto na subida como na descida. 


ATIVIDADE


1. Qual tipo de movimento que um objeto apresenta se sua velocidade aumenta com o passar do tempo?

2. Um objeto executa um movimento acelerado, de modo que a sua velocidade passa a ser de 40 m/s após partir do repouso, em um intervalo de tempo de 5s. Qual a aceleração média desenvolvida por ele.

3. Quando um corpo é atirado para cima, sua velocidade diminui constantemente, já que a aceleração da gravidade atrai corpos em direção ao solo. Ao atingir a altura máxima, a velocidade torna-se:

4. Uma motocicleta passa de uma velocidade de 10 m/s para uma velocidade de 30 m/s em 10 s. A sua aceleração média é de:




quinta-feira, 15 de julho de 2021

MATERIAIS DE ORIGEM NATURAL E MATERIAIS SINTÉTICOS - 6 ANO

 MATERIAIS DE ORIGEM NATURAL E MATERIAIS SINTÉTICOS 


Diversos materiais são obtidos da natureza. São exemplo de materiais de origem natural a areia, o petróleo e a madeira.
Os materiais de origem natural podem ser utilizados para produzir outros tipos de material. A areia, por exemplo, se misturada a determinados materiais e aquecida, dá origem ao vidro - um novo material com características bastante diferentes das dos materiais que o originaram. O vidro é um exemplo de material sintético. Os materiais sintéticos podem ser produzidos de materiais de origem natural ou de outros materiais que já passaram por transformações.


A PRODUÇÃO DE NOVOS MATERIAIS


Muitos dos materiais sintéticos que conhecemos, como os medicamentos e os materiais plásticos, são frutos de etapas de pesquisa e desenvolvimento. Essas etapas incluem escolha das matérias-primas mais adequadas e avaliação das propriedades dos materiais. Os novos materiais passam, então, por testes antes de serem produzidos em grande quantidade e disponibilizados aos consumidores.


O PETRÓLEO COMO MATÉRIA-PRIMA

O petróleo é um importante recurso natural, utilizado na produção de inúmeros materiais do cotidiano. É um material insolúvel em água e de origem fóssil, que leva milhões de ano para ser formado. 

O petróleo é uma mistura de diversos componentes. A destilação fracionada, realizada em refinarias, é o processo utilizado para separar partes desses componentes, de modo que eles possam ser destinados à produção de diferentes materiais, como combustíveis (entre eles gasolina e óleo diesel) e materiais plásticos.

A destilação fracionada ocorre nas chamadas torres de fracionamento. Cada fração do petróleo contém diferentes componentes, os quais apresentam temperaturas de ebulição muito próximas.


O gás de cozinha e a gasolina, por exemplo, são misturas de substâncias. Seria muito complicado separar todas as substâncias presentes no petróleo. A separação feita nas refinarias já é suficiente para que se obtenham os produtos de interesse do ser humano. 


OS MATERIAIS PLÁSTICOS

Na separação dos componentes do petróleo obtém-se a nafta, uma mistura de compostos que, entre outras aplicações, é destinada à produção de materiais plásticos.

Os materiais plásticos, que têm como principais características a resistência e a durabilidade, estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano, como nas embalagens de alimentos e de produtos de higiene Além de materiais de grande importância para a sociedade, como por exemplo, as próteses utilizadas na medicina e os materiais hospitalares descartáveis. 


OS PLÁSTICOS BIODEGRADÁVEIS

Se por um lado o uso de materiais plásticos trouxe benefícios para a sociedade, por outro, temos o acúmulo de materiais que se degradam lentamente na natureza, permanecendo por décadas, ou até mesmo séculos no meio ambiente. A durabilidade dos plásticos agrava o problema de descare de lixo e causa diversos impactos ambientais.

Como alternativa aos plásticos produzidos com derivados de petróleo - que não são facilmente degradados -, estão sendo desenvolvidos os chamados plásticos biodegradáveis, que podem ser decompostos por microrganismos presentes no meio ambiente. Entre as matérias-primas utilizadas para a pesquisa e o desenvolvimento desses novos produtos estão a cana-de-açúcar, a beterraba e a mamona. 

Exemplo de produtos feitos com petróleo:









ATIVIDADE


1. Diferencie material de origem natural e material sintético. 

2. Cite três exemplos de materiais naturais existentes em sua casa.

3. Cite três exemplos de materiais sintéticos existentes em sua casa.

4. Os materiais sintéticos foram criados para facilitar e beneficiar a vida humana. Mas, na atualidade, o descarte incorreto desses materiais tem prejudicado o meio ambiente. Temos os plásticos, como exemplo desse fato. Cite dois prejuízos que esse material causa ao ambiente.

5. Os combustíveis usados nos carros e motos (Etanol, Gasolina, Óleo Diesel, etc.) são materiais naturais ou sintéticos? Explique sua resposta.












 








terça-feira, 6 de julho de 2021

ÁTOMOS - 9 ANO


Átomos


O número atômico, representado pela letra Z maiúscula, corresponde ao número de prótons existentes no núcleo dos átomos (Z=P). Cada elemento químico possui um número atômico, ou seja, não existem átomos de elementos químicos distintos que apresentem o mesmo número atômico.

Por isso, os números atômicos dos elementos facilitam a classificação e a constituição da tabela periódica. Eles são representados na parte inferior do elemento, enquanto os números de massa (A) estão na parte superior: zXA (Apesar de representados assim, vocês verão que a maioria das tabelas periódicas traz do jeito inverso, com o número atômico em cima e o número de massa embaixo).


·         Estrutura do Átomo

         átomo é uma partícula diminuta e eletricamente neutra, composta de cargas positivas e negativas, onde os prótons, íons de carga positiva, apresentam o mesmo número de elétrons, os quais são íons de carga negativa que orbitam na eletrosfera, em volta do núcleo (p = e).

Em outros termos, o átomo é formado de partículas subatômicas chamadas de próton (p), com carga positiva, de nêutron (n), eletricamente neutros, e ainda por elétron (e), de carga negativa. Os prótons e nêutrons estão localizados no núcleo dos átomos, enquanto os elétrons transitam pela eletrosfera, ou seja, em volta do núcleo.

 


Assista o vídeo abaixo:



 ·         Número Atômico e Número de Massa

       Vale destacar que o número atômico (Z) e o número de massa (A) são informações que compõem a estrutura dos elementos químicos. Contudo, deve-se atentar aos conceitos para que não haja confusão, visto que o número atômico representa o número de prótons de um átomo, e o número de massa corresponde a soma do número de prótons e o número de nêutrons.

O número de massa é expresso pela seguinte fórmula:

A = p + n

 

Note que a partir dessa expressão, pode-se calcular também:

·         Número de prótons: Z = A - n ou P = A - n

·         Número de nêutrons: n = A - Z

 

Lembrando que: Z = P

 







MOVIMENTO OU REPOUSO - 8 ANO

 O MOVIMENTO


Imagine que você está sentado em um ponto de ônibus e logo percebe que o transporte se aproxima. Como o motorista está dentro do ônibus, ele e todos os passageiros se aproximam de você. Logo, percebemos então que o conjunto: ônibus, passageiros e motorista, se movimenta.

As pessoas que estão dentro do ônibus não percebem o motorista nem se afastar e nem se aproximar, para eles (passageiros) o motorista está quieto, ou seja, está em repouso.

Vemos então que para um mesmo evento simultâneo as condições de movimento e repouso são relativas e dependem de quem as observa.


Faça o seguinte: deite sobre sua cama e fique quietinho. Agora faça a seguinte pergunta a si mesmo: Estou em movimento ou em repouso? Se você responder a pergunta com relação à cama na qual está deitado, com certeza você estará em repouso. Agora, imagine que há um observador no Sol e de lá ele vê você deitadinho em sua cama; como a Terra gira em torno do Sol e você está sobre a Terra, logo ele perceberá você em movimento.

Vemos então que para um determinado corpo estar em movimento, a sua posição deve ser mudada no decurso do tempo com relação a um observador; e para um determinado corpo estar em repouso, a sua posição não deve mudar no decurso do tempo com relação a um observador.

Quando escolhemos um observador para a determinação e identificação do estado de repouso ou movimento de um corpo, estamos estabelecendo o referencial ou o sistema de referências em que um evento será analisado.

Assim, podemos dizer que o movimento é relativo, pois o mesmo corpo pode estar parado ou em movimento, dependendo do referencial adotado.




Deslocamento

O Deslocamento de um corpo é determinado medindo em linha reta a diferença entre o ponto de partida e o ponto de chegada.
Veja na figura que o ponto de partida do automóvel é o ponto A, enquanto o ponto de chegada é o ponto B. O Deslocamento efetuado pelo corpo é a medida em linha reta da diferença entre estes dois pontos.


Assim, e observando a figura, apesar de o automóvel ter percorrido uma Distância de 50 Km, o seu Deslocamento é apenas de 30 Km. Deslocou-se apenas 30 Km face à posição inicial. Para determinar o Deslocamento de um corpo, não precisamos saber qual a trajetória do corpo, nem precisamos saber por onde o corpo passou. Basta saber de onde partiu e onde chegou.

Então temos que:




Para estudar o movimento, é importante saber em qual intervalo de tempo ele ocorre, isto é, qual a diferença entre o instante final e o instante inicial do deslocamento do corpo. No IS, o tempo é medido em segundos (s). O intervalo de tempo é representado por: 




O AR - 7 ANO


O ar é uma mistura de gases que 

envolve nosso planeta


  Composição do ar 

           Logo que o planeta Terra surgiu, não havia atmosfera. Essa camada gasosa se formou aos poucos e, no começo, era constituída por gases diferentes dos atuais. Fenômenos como a fotossíntese e a emissão de gases pelos vulcões estão entre aqueles que provocaram as mudanças na composição da atmosfera. 

      A atmosfera está relacionada à existência de vida em nosso planeta. O gás Oxigênio é indispensável para a maioria dos seres vivos. A presença de outros gases, como gás carbônico, ajuda a manter a temperatura média constante de 15°C na superfície da Terra.

        Os principais constituintes do ar atmosférico são:

- Nitrogênio – 78% - Gás mais abundante no ar! Não conseguimos obtê-lo diretamente do ar. 

- Oxigênio – 21 % - É o segundo mais abundante da atmosfera - Fundamental para a respiração celular.

- Outros gases (gás carbônico, gases nobres, vapor d’água) – 1%

Os gases do ar não estão distribuídos igualmente por toda a extensão da atmosfera, porque  composição de ar varia com aa altitude. Alguns, como o gás oxigênio, predominam nas camadas inferiores e tornam-se raros nas camadas superiores. O vapor de água também está presente no ar em quantidades variáveis, de acordo com o local e o clima.


Propriedades do ar

  • Incolor (sem cor)
  • Inodoro (sem cheiro)
  • Insípido (sem gosto)


    Massa e volume -  O ar tem massa (peso) e ocupa lugar no espaço (volume).
Expansibilidade  - Preenche todo espaço disponível
Compressibilidade - Ocupa lugares pequenos                                  


                                                              Assista o vídeo!!! bjs



quinta-feira, 20 de maio de 2021

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MATERIAIS - 6 ANO

 CARACTERÍSTICAS GERAIS DO MATERIAIS


OS MATERIAIS TÊM MASSA

De maneira simplificada, MASSA é a quantidade de determinado material. Para conhecer a massa de um material, utilizamos balanças, que podem ser de diversos tipos, como a de braços iguais e a eletrônica.
Geralmente utilizamos as unidades quilograma (kg) ou grama (g) para expressar a massa de um material (1 kg equivale a 1.000g).



OS MATERIAIS TÊM VOLUME

VOLUME é a medida de espaço ocupado, seja sólido, líquido ou gasoso. Geralmente utilizamos as unidades litro (L) ou mililitro (mL) para indicar o volume de uma material 9 1 L equivale a 1.000 mL.
Um gás ocupa todo o volume do recipiente no qual está contido. Por isso,  o volume de um gás será o volume do recipiente usado para armazená-lo.
Usando alguns tipos de recipiente graduado, como uma proveta, podemos determinar o volume de materiais líquidos. Nesse caso, o volume corresponderá ao valor  indicado pelo nível da superfície do líquido no recipiente. 


O volume de um sólido também pode ser medido pelo deslocamento que ele provoca em um líquido, ou seja, pela diferença entre os níveis do líquido antes e depois da sua imersão no recipiente. 


Essa forma de medir o volume é possível porque dois materiais não podem ocupar p mesmo espaço ao mesmo tempo.
No comércio, os produtos podem ser vendidos em quantidades de volume ou massa. Em geral, os produtos sólidos são comercializados pela quantidade de massa, e os líquidos, pelo volume.

Assista o vídeo abaixo para fixar melhor o conteúdo!



ATIVIDADE

1. Defina o que é massa e volume. Cite exemplos de como utilizamos essas medidas no nosso dia a dia.